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Esta pombinha da paz voa de site em site. Ajude-a a fazer a volta ao mundo, levando-a para o seu blog. Aqui ao meu ela chegou dia 27/08/2006














"Amigo"
..Amigo é aquela pessoa com quem conversamos sem reservas, independente da hora ele sabe oferecer o aconchego do seu coraçao sem pedir nada em troca, e quando ele precisa sabe que pode fazer o mesmo sem objecçao, nao importa o tempo que estejam distante fisicamente, amizade é irma do amor e nao tem cara, tem reciprocidade, afectividade, respeito, carinho, confiança e alegria.
..Amigo é aquela pessoa que nos diz o que acha ser correcto, mesmo nao sendo o que gostariamos de escutar, mas sabe respeitar a decisao do outro sem censuras.
..Amigo avisa-nos do perigo quando nao conseguimos enxergar, sem contrapor nas decisoes tomadas.
Amigo sabe dar e receber o ombro amigo sem pre-requisitos, ele sabe ouvir, tanto quanto escutar... ..Amigo naturalmente se comporta com aceitaçoes mil e ameaças zero.
..Nao existe escola para formaçao de amigos, eles por si ja nascem aptos, por isto nao impomos regras dentro de uma amizade, elas se compatibilizam sem invasoes,unindo os verdadeiros amigos, sem maldades, sem segredos, sem interesses, a felicidade de um, é a felicidade do outro.
..Sem esforço sabemos distinguir nossos amigos hoje te procurei simplesmente para dizer:
..Estou feliz porque gosto muito de ti, meu amigo. és muito importante para mim.




































quadrinhos



































































rosas



















































































































































































moranguinho





























































































sapatinhos



























































































































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PRINCESAS DISNEY



































































































































































































*FIM DO BLOG POR FALTA DE ESPAÇO*





 

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25 Abril 1974 - 25 Abril 2009

Tarrafal - Campo de Morte Lenta

Palavras de Joao Faria Borda (ja falecido), um homem que passou dezasseis anos e tres meses no Campo de Concentraçao que foi uma das mais sinistras criaçoes do regime a que a Revoluçao de 25 de Abril pôs termo.

"O campo de concentraçao era um rectangulo (cerca de 250m por 180) situado num dos sitios mais insalubres do arquipelago de Cabo Verde. Como alojamento existiam umas barracas de lona onde eram metidos cerca de 12 presos em cada uma. As casas de banho nao existiam. Havia apenas uns sanitarios – toscos muros de tijolo com uns buracos no chao e umas latas de gasolina para as necessidades. Como cozinha existia um telheiro com uns muros por onde a poeira entrava aos montes. Dois indígenas faziam a comida. A alimentaçao era péssima – havia ocasiões em que era necessario pôr bolas de algodao no nariz pois o cheiro da comida impedia que ela entrasse no estomago. Nao havia agua potável. Só existia água num poço a cerca de oitocentos metros do campo, água salobra que os presos transportavam em latas de gasolina. Mesmo assim era má e em pequena quantidade, nao chegando para a higiene. Tomava-se banho com um unico litro de agua despejada de uma lata onde eram feitos uns buracos para o efeito." "O primeiro director do Tarrafal foi Manuel Martins dos Reis, capitao gatuno e paranoico, vindo da Fortaleza de Angra do Heroísmo. Este director "entretinha-se" a roubar as coisas que os familiares dos presos, com sacrifício, mandavam, desculpando-se que tudo aquilo era enviado pelo Socorro da Marinha Internacional. Chegou mesmo a montar uma pseudo cantina onde vendia as coisas roubadas. Mal desembarcámos começámos imediatamente a trabalhar. Transportávamos pedras, sob vigilancia constante dos guardas. Em Cabo Verde, regiao de clima variavel, calhou chover bastante nesses anos. A lona das barracas apodreceu de tal maneira que lá dentro chovia como na rua e de manhã acordávamos com a cara negra da poeira que se pegava à humidade que sobre nós caía. As águas acumuladas formavam pantanos onde se desenvolviam mosquitos transmissores do paludismo. A saude de todos nós, presos, arruinava-se. Caíamos atacados da doença chamada biliose. Sem fornecimento de medicamentos e com um médico que era um patife da pior espécie, em poucos dias morreram sete camaradas. Em cerca de uma média de 200 presos era vulgar, em certas alturas, apenas dez andarem a pé." "Os escandalos da actuaçao do primeiro director levaram à demissao deste. Foi substituído por Joao da Silva, acompanhado pelo fascista Seixas. Estávamos em 1938/39. A guerra civil espanhola terminava com a vitória do fascismo. O ditador português Salazar tinha contribuído, apoiando com o envio de géneros alimentícios e de homens, os quais ficaram conhecidos pelos Viriatos. Hitler tinha subido ao poder em 1933. Na Itália existia Mussolini. A situação no campo do Tarrafal, reflexo da situação política internacional caracterizada pela ascensão do fascismo, agrava-se terrivelmente. João da Silva dizia frequentemente: "Quem está aqui é para morrer!" Com este director começou a funcionar sistematicamente a célebre tortura conhecida por "frigideira". Todos os dias eram para lá atirados presos e eu também por lá passei algumas vezes."

"O Tarrafal é uma prisão política que temos de pôr ao lado de Aljube, Peniche, Caxias, Angra do Heroísmo. Não foram só os presos do Tarrafal que sofreram mas sim milhares de antifascistas vítimas das prisões por onde passaram. Mas o Tarrafal tinha um aspecto mais duro e violento: o isolamento. Os presos estavam meses e meses sem receber correspondência. Devido a ter participado numa tentativa de fuga colectiva em 2 de Agosto de 1937, a qual falhou por razões imprevisíveis, fui castigado em seis meses sem correspondência. A minha mãe morreu em Julho mas só vim a sabê-lo em Novembro, passados portanto mais de quatro meses." "Todos os directores do Tarrafal, embora com características diferentes, tinham algo em comum: todos eram carcereiros e agentes do fascismo. Conheciam as técnicas nazis e usavam-nas. João da Silva usava uma técnica frequentemente: fazer promessas junto dos presos menos preparados, enquanto paralelamente redobrava a violência junto dos mais firmes. Todos os directores do Tarrafal procuraram reduzir, com mais ou menos intensidade consoante a situação política nacional e internacional, a capacidade de luta dos presos. Nenhum deles estava interessado em que estes fossem restituídos à liberdade. Todos pretendiam a aniquilação física e política dos homens que torturavam. Mas não o conseguiram."

"A "frigideira" era um paralelepípedo dividido ao meio, com proporções para conter dois homens. Mas, em caso de grandes castigos, chegavam a meter lá dez. Como respiradouros existia apenas uma fresta em cima e cinco buraquinhos do tamanho da ponta de um dedo na porta de ferros. Aquecendo extraordinariamente durante as horas do calor, a "frigideira" arrefecia bruscamente com a cacimba, à noite. Descalços e apenas com o fato de caqui, os presos suavam abundantemente durante o dia e tremiam de frio durante a noite. A alimentação, nessas alturas de castigo, piorava: em dias alternados os presos comiam pão e água ou um caldo quente onde só raramente bailavam alguns grãos de arroz. Quando os presos saíam, enfraquecidos, da "frigideira" eram atirados para o trabalho mais violento. Entre esses ficou célebre o trabalho a que o fascista Seixas apelidou de "brigada brava", pois excedia em muito a própria violência do trabalho normal. Não era permitido beber água ou urinar senão com autorização dos guardas. A brigada brava" começou com dezenas de presos mas terminou apenas com dois: eu e António Guerra da greve da Marinha Grande, em 18 de Janeiro de 1934. Para mim este trabalho era um choque não só físico como mental, de tal modo que não conseguia dormir durante a noite, obcecado com a ideia de que no outro dia tinha de voltar ao mesmo. Quando, negros e encharcados, regressávamos ao campo, os restantes camaradas, solidários, ajudávam-nos em tudo o que o regulamento permitia: lavavam- nos a roupa, guardavam para nós a melhor comida e animavam-nos moralmente."



Quem foi Joao Faria Borda

Joao Faria Borda, natural de Alcobaça, filho de um campones, nasceu a 18 de Novembro de 1912. Em 1932, então com 20 anos de idade, assentou praça na Armada, onde desenvolveu diversa actividade política. Como dirigente da ORA – Organização dos Revolucionários da Armada – participou, juntamente com outros anti-fascistas, na revolta dos navios de guerra "Bartolomeu Dias", "Afonso de Albuquerque" e "Dão", em Setembro de 1936, naquela que ficou conhecida como "A Revolta dos Marinheiros". Em consequencia dessa participaçao, depois de julgado em tribunal militar especial para crimes de natureza política e porque no tribunal assumiu a responsabilidade pela acção revolucionária praticada, foi condenado a vinte anos de prisão. Esteve uns dias na Penitenciária e foi, de seguida, enviado para o Tarrafal (tinha 23 anos), onde chegou a 29 de Outubro de 1936, com outros presos, entre eles nomes como Bento Gonçalves, secretário do Partido Comunista, Mário Castelhano, anarquista, Alfredo Caldeira, do Comité Central do PCP, e tantos outros. Faria Borda permaneceu dezasseis anos e três meses no campo de concentração. Depois de ter passado ainda mais um ano na cadeia de Peniche foi restituído à liberdade. Tinha então 41 anos de idade! Voltou ainda a ser preso em 1959/60 por actividade cooperativa.

Faleceu no Hospital Militar, em 1988 com 76 anos

(Tive a honra de o conhecer pessoalmente)



- Postado por: rosamar as 17h56
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A Pascoa

presentinhos de Pascoa que recebi





a TODOS muito obrigada.

 

O cheiro a frésias dilatava-me as narinas. Nos canteiros da Titia, espalhados pelas escadas e pelo corredor ladeado de flores, procurava os primeiros rebentos. Quando encontrava ficava deleitada. Inigualável aquele perfume. Fresco e suave, nostálgico até – jamais terei palavras para o definir.
Era o prenuncio da primavera e a Páscoa estava ali ao virar da esquina.
Primeiro vinha o Domingo de Ramos.
Neste dia levávamos à igreja um ramo com alecrim e oliveira para ser benzido no fim da missa das 10,00H.
Tudo era programado atempadamente.
A casa era limpa a fundo para receber a visita do compasso.
Cortinas, reposteiros, janelas… tudo era passado a pente fino.
As carpetes e tapetes eram lavados no grande tanque e o chão depois de minuciosamente esfregado era encerado. Quando a cera secava puxava-se o lustro. Ficaria lindo. O corredor brilhava logo de manhã quando entrava luz pelo quarto do Dito.
Havia ainda as cerimónias religiosas a que era obrigada a ir.
Nunca lhes achei muita graça, eram deprimentes, isso sim. Contudo, devo referir aqui dois aspectos que sempre me cativavam: as vestes cor de lilás e o cheiro a incenso.
Às 15,00H da Sexta-feira Santa deveríamos todos fazer um minuto de silêncio (às vezes emitia um som, muito baixinho, só para ver se me acontecia algo. Bah, continuava inteirinha, nada de novo acontecia. As minhas tranças continuavam no sitio, os meus joelhos esmurrados e o estúpido som das galinhas a cacarejar entrava pela casa.
Bom, passemos à parte que eu mais gostava: a cozinha. Adorava participar nas tarefas culinárias. A Ró batia as claras, a Lena e eu mexíamos as gemas com o açúcar e até o Dito ajudava na confecção dos cocos. Talvez por ser a mais velha cabia à Ró a tarefa de amassar o preparado para as bolinhas de chocolate. Invejava-a. Aquela tarefa deveria ser minha. Vá-se lá saber porquê mas nunca enjoava doces. (era quase obrigatório fazer-se: bolas de chocolate, quadradinhos de chocolate – feitos com a receita do bolo de noiva – bolo de coco, pudim francês, bolo de prata, bolinhos de coco, pão-de-ló, bolo de mármore, bolo mulato – conhecido entre irmãos pelo bolo leitoso – rolo recheado de geleia e talvez mais algum que não me ocorre agora).
Havia também regueifa da Páscoa, aliás havia sempre variadíssimos pedaços de regueifas da Páscoa, a mãezinha gostava de ter várias “amostras” da mesma. Tinham um sabor muito característico, talvez com um toque de Vinho do Porto.
Uma vez o paizinho e a Lena atreveram-se a fazer regueifa. Estava tão boa, mas tão boa aquela massa. Lindas! Ainda as vejo, por cozer, dispostas na mesa com tampo de mármore que havia na cozinha, já pinceladas de ovo e prontas para irem ao forno. Foi pena não terem desenvolvido. Conforme entraram, conforme saíram. Eram assim tipo umas regueifas anãs. Deu para rir apesar de todos lamentarmos o seu fraco, ou nenhum, crescimento. Porem, devo dizer que nunca comi regueifa tão boa.
A sala de jantar era preparada de véspera para a visita pascal.
A mesa grande era trocada por uma mais pequena para dar espaço à circulação do compasso. A “toalha da Páscoa”, imaculadamente branca, era então colocada.
No centro havia uma floreira em vidro, de cor salmão, com algumas flores e os verdes benzidos no anterior Domingo.
Havia os pratinhos rendilhados onde se colocavam amêndoas. Num deles ficava uma laranja golpeada com o folar para o padre. Noutro um pouco maior aparecia o Vinho do Porto e os cálices. Parte dos bolos eram cortados em fatias e dispostas em pratinhos. Lamentavelmente só podíamos comer os doces, depois do compasso passar.
Devo confessar que na noite Sábado para Domingo eu esgueirava-me até à porta da sala, fechada a sete chaves, e deliciava-me com bolinhas de chocolate. Não sei se alguém reparava, mas ficavam em numero idêntico ao que encontrava à entrada, só que um pouco mais pequenas.
Por fim vinha a excitação da entrada do compasso. A parte mais irritante era eu ter que beijar a cruz. Tentava sempre pôr a boca de lado para não lhe tocar – de relâmpago passavam-me sempre pela frente milhares de bocas sem dentes e de hálito suspeito.
Sobre o compasso, recordo ainda o som da sineta a aproximar-se (claro que às vezes era o simples sino que havia lá em casa e que alguém se lembrava de enganar a mãezinha, que toda aflita se aprontava de imediato a dizer: Eduardo, olha os verdes!!!! Espalha os verdes à porta!!!)

Para os meus pais e para os meus irmãos,
Com carinho
a.



- Postado por: rosamar as 22h14
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..... FEITO COM MUITO CARINHO! .....




CANTINHO DA ADOPCAO



PODE BRINCAR COM A MINHA GATINHA













































Letras de Musicas










Se alguem faz alguma coisa que lhe parece injusta e inaceitavel, lembre-se de que isso se deveu às inumeras causas e condiçoes independentes da vontade dele. Se as emoçoes nao o aprisionassem, ele teria optado por criar só a felicidade. (Dalai Lama)

Por que vai aborrecer-se pelo que disseram de voce!? Vamos, levante sua cabeça e siga em frente! Caminhe seguro, porque aqueles que falam de voce vao ficar parados atras sem progredir. E quando eles perceberem, voce ja progrediu tanto que eles o perderam de vista...

É necessario conhecer a emoçao para viver a razao. Saber ouvir é arte de quem seleciona o que falar. Calar para ouvir é aprender quando, como e o que falar.

A franqueza nao consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar em tudo o que se diz.

Deus nao nos fez para sermos roidos pela ansiedade, mas para andarmos erectos, livres e sem medo num mundo que existe trabalho a executar, verdade a procurar e amor para dar e conquistar.

A felicidade verdadeira é barata, mas nós pagamos caro por sua imitaçao.

Nao permaneça preso ao passado nem a recordaçoes tristes. Nao remexa uma ferida que está cicatrizada. O que passou, passou! Deste momento em diante, procure construir uma vida nova, na direcçao do alto, caminhando para frente, sem olhar para tras.

É muito importante que o homem tenha ideais. Sem eles, nao se vai a parte alguma. No entanto, é irrelevante alcança-los ou nao so apenas necessario mante-los vivos e procurar atingi-los.

Quando verdadeiramente nos comprometemos com uma decisao todo o universo conspira para que aquilo dê certo. O momento é de agir, e nao de aguardar. Pare de pensar e aguardar: simplesmente faça!



MAE WEST

"When I'm good, I'm very good; but when I'm bad, I'm better."
("Quando sou boa, sou muito boa; mas quando sou má eu sou muito melhor.")

"Nunca pergunte a um homem por onde ele andava. Se nao estava fazendo nada de errado, nao precisa de alibi. E se estava, a culpa é sua, minha filha."

"Os diamantes saos melhores amigos de uma mulher. O cachorro é melhor amigo do homem."

GABRIELLE "COCO" CHANEL

"Uma mulher que nao usa perfume nao tem futuro."

"Ha pessoas que têem dinheiro e ha pessoas que sao ricas."

"Aos 20, voce tem o rosto que a natureza lhe deu; aos 50, voce terá o rosto que merecer."

"Sou contra uma moda que nao dure. É o meu lado masculino. Nao consigo imaginar que se jogue uma roupa fora so porque é Primavera."

"Luxo nao é o contrario de pobreza, mas de vulgaridade."

"Uma mulher tem a idade que merece."