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*ACENDA UMA VELA*

"Amigo"
Amigo é aquela pessoa com quem conversamos sem reservas, independente da hora ele sabe oferecer o aconchego do seu coraçao sem pedir nada em troca, e quando ele precisa sabe que pode fazer o mesmo sem objecçao, nao importa o tempo que estejam distante fisicamente, amizade é irma do amor e nao tem cara, tem reciprocidade, afectividade, respeito, carinho, confiança e alegria. Amigo é aquela pessoa que nos diz o que acha ser correcto, mesmo nao sendo o que gostariamos de escutar, mas sabe respeitar a decisao do outro sem censuras. Amigo avisa-nos do perigo quando nao conseguimos enxergar, sem contrapor nas decisoes tomadas. Amigo sabe dar e receber o ombro amigo sem pre-requisitos, ele sabe ouvir, tanto quanto escutar... Amigo naturalmente se comporta com aceitaçoes mil e ameaças zero. Nao existe escola para formaçao de amigos, eles por si ja nascem aptos, por isto nao impomos regras dentro de uma amizade, elas se compatibilizam sem invasoes,unindo os verdadeiros amigos, sem maldades, sem segredos, sem interesses, a felicidade de um, é a felicidade do outro. Sem esforço sabemos distinguir nossos amigos hoje te procurei simplesmente para dizer: Estou feliz porque gosto muito de ti, meu amigo. é muito importante para mim.














































Quinta feira 24 de julho de 2008
A VERDADE DA MENTIRA
 
 Maddie morreu no quarto e houve simulação de rapto

Na véspera do lançamento do livro "Maddie - A Verdade da Mentira", o JN antecipa algumas revelações do autor, Gonçalo Amaral. O ex-inspector da Polícia Judiciária inicialmente responsável pela investigação, acredita que a menina inglesa morreu no quarto e que os pais não estão isentos de culpa.

Maddie morreu no quarto e houve simulação de rapto


“Madeleine McCann morreu no apartamento 5ª do Ocean Club, na Vila da Luz, a 3 de Maio de 2007”, escreve Gonçalo Amaral, segundo os resultados obtidos pela equipa de investigação do caso até Outubro de 2007.

“Ocorreu uma simulação de rapto” e os pais, Kate e Gerry, “são suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver da sua filha”, acrescenta o ex-inspector da PJ.

O autor salienta que “a morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente” e que foram detectados “indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos”.

Um facto é que “há um cadáver não localizado, constatação validada pelos cães ingleses (…) e corroborado pelos resultados laboratoriais preliminares”.

Nas suas conclusões, Gonçalo Amaral salienta ainda que “a tese de rapto é defendida desde a primeira hora pelos pais de Maddie” e que no seio do grupo de amigos que passava férias no Ocean Club apenas Kate e Gerry disseram que a janela do quarto da menina estava aberta.

“O conjunto de depoimentos e testemunhos evidenciam um elevado número de imprecisões, incongruências e contradições (..), em particular, o depoimento-chave para a tese do rapto, o de Jane Tanner (…) tornando-se ambíguo e desqualificando-se”. Foi esta cidadã inglesa que disse ter visto um homem com uma menina ao colo na noite de 3 de Maio de 2007.

"Contribuir para a descoberta da verdade material"

“Este livro surge da necessidade que senti de repor o meu bom nome que foi enxovalhado na praça pública sem que a instituição a que pertencia há 26 anos, a Polícia Judiciária, tenha permitido que me defendesse ou que o fizesse institucionalmente. (…) Mais tarde fui afastado da investigação”, começa por explicar Gonçalo Amaral.

“Este livro tem ainda um propósito maior. O de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça”, refere, salientando que o conteúdo “em nenhuma circunstância põe em causa o trabalho” dos colegas da PJ “nem compromete a investigação em curso”.

Na nota inicial, Gonçalo Amaral indica que “o leitor encontrará dados que desconhece, interpretações dos factos e, naturalmente, interrogações pertinentes”, frisando que uma investigação criminal “não se deve preocupar com o politicamente correcto”.

"Casal tratado com pinças"

A capa do livro, publicado pela editora Guerra e Paz, assemelha-se a uma capa processual, com a inscrição “Confidencial” a vermelho e a simulação de uma foto tipo-passe de Maddie presa com um clip.

As primeiras linhas não se situam a 3 de Maio de 2007, quando teve início o “caso Maddie”, mas em Fevereiro de 2008, data da publicação de uma entrevista na qual o então director nacional da PJ considera que houve precipitação na constituição do casal inglês como arguido. O autor confessa que teve o “pressentimento” de que a declaração pretendia “preparar a opinião pública para o inevitável, ou seja, o fim da investigação e o arquivamento do inquérito”.

Gonçalo Amaral diz que houve “campanhas de desinformação que visaram descredibilizar a investigação criminal”. “Para mim a investigação estava morta desde 2 de Outubro de 2007”, quando foi afastado da PJ e se fizeram “diligências para cumprir calendário, um pouco para inglês ver.”

O autor questiona a relação entre o casal McCann e a polícia inglesa, após a constituição como arguidos. “Causou-nos sempre estranheza a forma como o casal era tratado (…) e a informação policial a que eventualmente acederam”.

O erro foi termos tratado o casal "com pinças", lê-se, pelo facto de Kate e Gerry só terem sido constituídos arguidos quatro meses após o início da investigação.

Logo na manhã de 4 de Maio, antes de receberem informação pedida à polícia inglesa sobre os McCann, os investigadores receberam a visita do embaixador inglês. “Não é normal esta preocupação da diplomacia inglesa. Quem é este casal? Quem são os amigos?”, questiona o autor. Também “não é normal que comuns cidadãos a quem uma filha acabou de desaparecer nomeiem assessores de imprensa”, perante o mediatismo que o caso começava a ganhar.

Estranha descontracção de Gerry

Ao longo das 214 páginas, Gonçalo Amaral lembra questões que ficaram sem resposta - os berços dos gémeos estavam sem lençóis na noite do desaparecimento de Maddie, foram apagados registos de chamadas de telemóvel entre Kate e Gerry, os registos médicos de Maddie pedidos a Inglaterra que não foram atendidos, etc. - e algumas diligências que não avançaram para que o casal não fosse exposto perante o julgamento da opinião pública - como a reconstituição dos factos da noite de 3 de Maio e o pedido de escutas telefónicas.

Em Maio, "sentimos que Kate estaria na disposição de, sem se comprometer, indicar o local onde o corpo da sua filha estava" e, "segundo a própria viria a afirmar, tais dados tinham-lhe sido fornecidos por pessoas com poderes psíquicos ou paranormais". Referiu então um colector de esgotos que desemboca na praia da Luz e os penhascos a nascente daquela praia. Cães ingleses detectaram, em Julho, odor a cadáver e vestígios de sangue no apartamento e no veículo alugado pelo casal.

Mencionando os diversos avistamentos da menina em inglesa que foram chegando de diferentes países e se revelaram infundados, Gonçalo Amaral conta um episódio, datado de Junho de 2007.

Um homem na Holanda exigiu um resgate de dois milhões de euros, com um adiantamento de 500 mil euros. Os contactos entre Gerry e o homem decorreram através de email numa sala da PJ de Portimão. Quando se aguardava a indicação das condições e local da entrega do dinheiro "a tensão na sala era grande".

"Ao contrário, a postura descontraída" de Gerry "constratava com a ansiedade dos polícias e deixava intrigados todos os investigadores". O pai de Maddie "chupava descontraidamente um chupa-chupa enquanto lia banalidades em sites da Internet e discutia rugby e futebol com um dos polícias ingleses", revela o autor. Mais tarde o indivíduo foi detido e a pista revelou-se falsa. 

(O livro "Maddie - A Verdade da Mentira" é oficialmente apresentado, quinta-feira, às 18:30)



- Postado por: rosamar as 00h29
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 20 de julho - Dia do amigo
O dia do amigo foi adoptado em Buenos Aires, Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adoptado em outras partes do mundo. Foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adoptada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)




recebi da Libby (magia gifs)




já compraram os potinhos da neusinha?





o site da vivi tem muitas novidades



e o da minha afilhada paloma tem templates para vender



visitem tambem:





e para descontrair



para dar sorte

 



 


O CMI, clube ao qual muito me orgulho de pertencer, para festejar as 59000 visitas resolveu oferecer um presente inesquecivel a algumas amigas: 20 templates novos e lindissimos. Podem ver o que eu tive a sorte de ganhar, clicando aqui:


 

recebi das queridas amigas ELISABETH e ANINHA este selinho



que dedico a todos que divulgam CAMPANHAS nos seus sites ou blogs.


- Postado por: rosamar as 20h38
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13 junho 2008 - 29 junho 2008

Isso é lá com Sto Antonio

Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimonio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antonio!
Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimonio
Matrimonio! Matrimonio!
Isto é lá com Santo Antonio!

Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antonio
São João ficou zangado
São João só dá cartão
Com direito a batizado
Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antonio
Matrimonio! Matrimonio!
Isso é lá com Santo Antonio!

São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Disse o velho num sorriso:
Minha gente, eu sou chaveiro!
Nunca fui casamenteiro!
São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Matrimonio! Matrimonio!
Isso é lá com Santo Antonio.





19 junho 2008





Sou alergica aos "bichos da madeira"... fazem-me comichao.
Mais um nos deixou ficar mal... melhor jogador do Mundo? só de for de "caricas"!
até hoje o melhor jogador foi o Eusebio que meteu 3 golos estando nós a perder por 2-0 e fez virar o resultado para 3-2 a nosso favor.
nesse tempo nao havia tantas mariquices, tantos diamantes,tanto "chiqueiro"!
HAVIA HUMILDADE E TRABALHO
paciência! havemos de superar isto
.









- Postado por: rosamar as 00h34
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A golpada da GALP

"Galp "nada pode fazer" para baixar os preços" segundo disse ontem em conferência de imprensa o génio da gestão e presidente da GALP, Ferreira de Oliveira. Ao mesmo tempo, e na mesma conferência de imprensa anunciou:
"Galp lucra 1,2 milhões por dia"

Cada um que tire as suas conclusões.

É SÓ GOLPES!

 

 






Dia 14 de Maio 2008 - 14 de Maio de 1958

"O meu coração ficará no Porto" - Humberto Delgado



o «General sem Medo», evoluiu de uma participação nas estruturas do Estado Novo para uma defesa do ideal democrático, simultaneamente liberal e anti-comunista. Nas eleições presidenciais de 1958 corporizou um movimento que abalou como nenhum outro a ditadura salazarista e que marcou um ponto de viragem na solidez repressiva do regime. No Porto, no mesmo dia em que faz 52 anos, Humberto Delgado é recebido por cerca de 200 mil pessoas que o acompanham até à sede de candidatura na Praça Carlos Alberto.



presentinhos do dia da mae que recebi



Mãe é tudo igual!

Mãe é coisa complicada
pra qualquer um compreender.
Tem que ter mente ligada
quem a quiser entender.

Por entre a raiva e o amor,
essa mulher se garante:
paciência de pescador
e memória de elefante.

É bicho mal humorado,
que dali a pouco está rindo.
Fala do corpo cansado,
mas quase nunca dormindo.

E quando o filho adoece?
Pra ela tudo é terror:
logo da briga se esquece,
e põe-se a falar de amor.

Quando vê o filho curado,
já perde todo o receio,
e mete a mão no coitado,
que vive de "saku" cheio.

E assim, pela eternidade,
Sendo ela boa ou "malvada",
Permanece esta verdade:

QUEM NÃO TEM MÃE
NÃO TEM NADA!


(Silvia Schmidt)



- Postado por: rosamar as 00h20
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NO DIA 1 DE MAIO DE 1974 VIVI O 1º DE MAIO EM LIBERDADE PELA PRIMEIRA VEZ

Estou crente que a maioria dos Portugueses vai aproveitar este grande dia 1 de Maio, para denunciarem as condições que se estão a degradar nas suas vidas profissionais.

Se fizermos um apelo á nossa memória e lermos a história de vários acontecimentos, verificamos com honestidade intelectual que tudo teve uma origem, no celebre País da antidemocracia - U.S.A. .

Em 1886 nas ruas de chicago começou a grande luta dos trabalhadores, que mais não pediam que o seu trabalho passasse a ter oito horas diárias, foi aí que os trabalhadores numa tomada de posição fizeram uma greve geral no referido País.

Tem sido nestas tomadas de posição que os trabalhadores explorados, têm conseguido sem qualquer cor política como hoje querem dizer uma situação mais humanista, muito embora, por conveniência do empresariado no País já referido este dia - o Labor Day - seja lembrado na primeira segunda feira do mês de Setembro, na Austrália em 4 de Março, etc.

Até que em 1889, num congresso realizado em França foi criado o 1º DE MAIO  como o DIA MUNDIAL DO TRABALHO.

Assim queridos amigos, tem sido a luta dos trabalhadores.

Neste País de ABRIL, se vos fizesse o historial do 1º de MAIO DE 1974, muitas lágrimas corriam pelas vossas faces, recordando a SOLIDARIEDADE, UNIÃO e ESPERANÇA que tivemos num PAÍS que acabava de adquirir a LIBERDADE.

Quando penso e vejo que a luta de hoje, é a defesa do emprego, verifico que além de ser um dia de luta é também um dia de LUTO.

Mas estão enganados todos aqueles que pensam que nos desmotivarão a lutar por DIGNIDADE no local de trabalho, por LIBERDADE e por um PAÍS que não mais queremos de opressores mas sim de um 25 de ABRIL, SEMPRE.

 

Um abraço de SOLIDARIEDADE,

VIVA O DIA DO TRABALHADOR,

VIVA A LIBERDADE.



presentinhos do dia 1 de maio





















obrigada a todas


- Postado por: rosamar as 00h05
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25 ABRIL 1974-25 ABRIL 2008

HAJA MEMÓRIA


1931

O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;

1932

Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;

1934, 18 de Janeiro

Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal;

1935

Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);

1936

Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;

1937

Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;

1938

António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;

1939

Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;

1940

Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;

1941

Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;

1942

Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do PCP, morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;

1943

Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;

1944

General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro;

1945

Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;

1946

Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;

1947

José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;

1948

António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;

1950

Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;

1951

Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na p risão;

1954

Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;

1957

Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;

1958

José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;

1961

Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;

1962

António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;

1963

Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;

1964

Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;

1965

General Humberto Delgado e a sua secretária, Arajaryr Campos, são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco, o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;

1967

Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, morre vítima de tortura na PIDE;

1968

Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;

1969

Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;

1972

José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;

1973

Amílcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;

1974, 25 de Abril

Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.

A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as i númeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão.

Mais ainda

Podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927. Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico.

Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931.

Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene.

Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos "Viriatos" na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas.

Dezenas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953.

Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC.

(Elementos recolhidos na CRÓNICA DO AUDIO VISUAL)



- Postado por: rosamar as 01h04
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- Postado por: rosamar as 20h25
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CANTINHO DA ADOPCAO



PODE BRINCAR COM A MINHA GATINHA





































Letras de Musicas







Se alguem faz alguma coisa que lhe parece injusta e inaceitavel, lembre-se de que isso se deveu às inumeras causas e condiçoes independentes da vontade dele. Se as emoçoes nao o aprisionassem, ele teria optado por criar só a felicidade. (Dalai Lama)

Por que vai aborrecer-se pelo que disseram de voce!? Vamos, levante sua cabeça e siga em frente! Caminhe seguro, porque aqueles que falam de voce vao ficar parados atras sem progredir. E quando eles perceberem, voce ja progrediu tanto que eles o perderam de vista...

É necessario conhecer a emoçao para viver a razao. Saber ouvir é arte de quem seleciona o que falar. Calar para ouvir é aprender quando, como e o que falar.

A franqueza nao consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar em tudo o que se diz.

Deus nao nos fez para sermos roidos pela ansiedade, mas para andarmos erectos, livres e sem medo num mundo que existe trabalho a executar, verdade a procurar e amor para dar e conquistar.

A felicidade verdadeira é barata, mas nós pagamos caro por sua imitaçao.

Nao permaneça preso ao passado nem a recordaçoes tristes. Nao remexa uma ferida que está cicatrizada. O que passou, passou! Deste momento em diante, procure construir uma vida nova, na direcçao do alto, caminhando para frente, sem olhar para tras.

É muito importante que o homem tenha ideais. Sem eles, nao se vai a parte alguma. No entanto, é irrelevante alcança-los ou nao so apenas necessario mante-los vivos e procurar atingi-los.

Quando verdadeiramente nos comprometemos com uma decisao todo o universo conspira para que aquilo dê certo. O momento é de agir, e nao de aguardar. Pare de pensar e aguardar: simplesmente faça!



MAE WEST

"When I'm good, I'm very good; but when I'm bad, I'm better."
("Quando sou boa, sou muito boa; mas quando sou má eu sou muito melhor.")

"Nunca pergunte a um homem por onde ele andava. Se nao estava fazendo nada de errado, nao precisa de alibi. E se estava, a culpa é sua, minha filha."

"Os diamantes saos melhores amigos de uma mulher. O cachorro é melhor amigo do homem."



GABRIELLE "COCO" CHANEL

"Uma mulher que nao usa perfume nao tem futuro."

"Ha pessoas que têem dinheiro e ha pessoas que sao ricas."

"Aos 20, voce tem o rosto que a natureza lhe deu; aos 50, voce terá o rosto que merecer."

"Sou contra uma moda que nao dure. É o meu lado masculino. Nao consigo imaginar que se jogue uma roupa fora so porque é Primavera."

"Luxo nao é o contrario de pobreza, mas de vulgaridade."

"Uma mulher tem a idade que merece."